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Cuidado com o que você tolera

Cuidado com o que tolera: você está ensinando como as pessoas devem tratá-lo

Se formos nos incomodar com tudo o que nos desagrada, passaremos os dias chateados e emburrados. Dificilmente conseguiremos atravessar um dia que seja sem ouvir algo desagradável, sem encontrar alguém mal-educado, sem nos frustrarmos com algo que não dá certo, com alguém que não age como esperávamos.

Por essa razão, é preciso filtrar com sabedoria o que nos chega, para que não fique em nós aquilo que não nos faz bem. Ignorar nos salvará em muitos momentos, uma vez que será inútil tentar argumentar com quem não sabe ouvir. Algumas pessoas não mudam, nunca mudarão, por mais que alertemos, conversemos, aconselhemos. E algumas coisas simplesmente não ocorrerão do jeito que quisermos, pois a vida é imprevisível.

Ainda assim, não poderemos ser condescendentes com tudo e com todos, passivamente, ou o mundo nos engole. Teremos, muitas vezes, que impor limites, dizer o que sentimos, mostrar contrariedade, negar, contrariar, esbravejar. Isso porque tem gente que não está nem aí para o sentimento do outro e tentará fazer valer o que quiser onde e com quem estiver. Caberá a nós, portanto, deixarmos claro o nosso grau de tolerância.

É claro que, em determinados momentos, teremos que entender o outro, suas dores, suas razões, pois ele poderá estar passando por tempestades que lhe desequilibram a sensibilidade. Da mesma forma, será necessário refletirmos sobre o que fizemos, como agimos, para que consigamos perceber se nós mesmos não provocamos aquilo tudo. Caso o que nos chegar de ruim não tiver sido causado por nós, caberá o nosso limite urgente.

Não deixe que as pessoas descontem em você os problemas que não se relacionam a nada de sua vida. Não aceite ser tratado com agressividade, gritaria e xingamentos gratuitos. Já temos tempestades demais sobre nossas cabeças, não precisamos dos raios alheios em nossas vidas. Tolerar demais, afinal, faz a gente ser alvo fácil de quem passa o dia procurando alguém para azucrinar. Não seja esse alvo.

(Por Marcel Camargo – Grande Arte)

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Encontre coragem para abandonar aquilo que você não pode mudar

O tempo é uma das coisas mais preciosas que existem, principalmente hoje, em que precisamos correr sem parar, numa busca frenética por dinheiro e pela manutenção dos bens que conquistamos com muito esforço. Por isso, perder tempo é por demais penoso, haja vista a necessidade de sorvermos com máxima intensidade os momentos em que fazemos o que dá prazer, junto com quem nos merece. É preciso abandonar o que não se pode mudar.

Abandone a falsa ilusão de o outro vá mudar, de que um dia ele vai acordar e, sem mais nem menos, mudará seu comportamento, nem que seja daqui a anos e anos. Quem realmente quer mudar não precisa de ninguém lhe implorando, dia após dia, que mude. Poucos conseguem mudar comportamentos que prejudicam quem está ao lado, pois, para isso, é preciso enxergar o outro. Pessoas que machucam não enxergam ninguém além do eu.

Abandone o amor por alguém, quando esse sentimento só existir dentro de você. Ninguém consegue sustentar um relacionamento sozinho, simplesmente porque afeto não vinga de forma unilateral, sem reciprocidade e cumplicidade. Mendigar sentimentos é humilhante demais, pois só traz dor e vazio. O eco amoroso vem com verdades, nada menos do que isso. Ecos vazios não significam nada e você merece muito mais do que nada.

Abandone as amizades que não possuem nenhum resquício de lealdade na forma como se desenvolvem. Assim como nos relacionamentos amorosos, se não houver duas partes completas e mutuamente ligadas, o peso recairá todo de um lado só. E, se for você quem carrega esse peso extra, certamente não compensa permanecer mais ali. Não force amizade, nem se humilhe por quem nunca se lembra de que você existe. Antes de qualquer coisa, seja seu próprio melhor amigo.

Como se vê, abandonar pessoas que não amam de volta, lugares que sufocam, situações que machucam e lembranças doídas será uma estratégia de sobrevivência eficaz e extremamente necessária, caso queiramos seguir em paz. É assim que a gente não perde a esperança de ir ao encontro de gente verdadeira e de momentos preciosos, que nos aguardam sempre por aí, quando menos esperamos.

(Por Marcel Camargo – Grande Arte)

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Cortando pessoas das nossas vidas para sempre

Cortar quem nunca sabe elogiar, quem nos usa como segunda opção, quem é maldoso, quem regula amor. E, quando lhe disserem que você não pode cortar as pessoas da sua vida, apenas responda: “Ah, tá”.

Há uma ideia geral de que não podemos simplesmente tirar de nossas vidas as pessoas que já fazem parte dela. No entanto, quem há de negar que manter alguém que azucrina e não agrega nadica de nada só traz decepção? Logicamente, ninguém é perfeito e teremos, em muitos momentos, que tentar entender o outro, analisando se o erro não estará justamente em nós. Ainda assim, existem pessoas que não deverão continuar junto, simplesmente porque nunca estiveram junto de fato.

Cortar quem nunca sabe elogiar, apenas criticar e ridicularizar sutilmente. Existem pessoas que não sabem fazer outra coisa a não ser falar o que temos de negativo, como se somente enxergassem o nosso pior. Precisamos de alguém que nos alerte para nossos comportamentos indesejáveis, mas não é somente o indesejável que faz parte de nós. Se nada tivermos de bom para o outro, então que nos deixe em paz.

Cortar quem nos usa como segunda opção. Se nunca somos lembrados para as horas de lazer e de descontração, se nunca recebemos uma mensagem, que seja um “oi”. Se nunca somos a primeira opção, mas sempre o amigo estepe, é hora de repensar o relacionamento.

Ninguém poderá estar disponível nas vinte e quatro horas do dia, porém, quem nunca dá o ar da graça não sente nossa falta. Fato.

Cortar quem é maldoso. Gente ruim não deve ter espaço perto de quem não prejudica ninguém, de quem tem a história limpa, de quem erra querendo acertar, querendo o melhor, sem pisar em ninguém nesse percurso. Existem pessoas que fazem do veneno seu meio de vida, espalhando boatos, puxando tapetes, traindo a lealdade de quem quer que seja.

Nossa energia não deve ser maculada por quem não sabe ser feliz e trama todo dia pela queda do outro. Cortemos. Cortar quem regula amor. Uma das piores coisas que existem é a mendicância afetiva. Ter que implorar por carinho, por atenção, por ser visto, escutado, percebido, isso é humilhante demais. Jamais o medo da dor do rompimento poderá ser maior do que a dignidade de exigir reciprocidade afetiva. Alguns só conseguirão distribuir esmolas sentimentais; outros, nem isso. Passe longe.

Poucos serão os momentos em que poderemos desfrutar daquilo que realmente nos faz bem, de lazer, de convívio sincero. Não dá para gastar tempos preciosos com gente que não muda, que não quer ser ajudada, que só quer mesmo é ferrar com tudo e com todos.

(Por Marcel Camargo – Grande Arte)

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O perigo de pessoas manipuladoras

Geralmente, quem não consegue nos manipular tenta manipular os outros contra nós.

Manipuladores são perigosos, pois são mestres na arte de seduzir, com lábia e encenação teatral, para tão somente atingir aos próprios interesses. Não enxergam mais ninguém, além de si mesmos, ou seja, as vítimas sempre se machucarão, sem qualquer rastro de dúvida.

Existem vários tipos de manipulação que podem ser feitas, seja por chantagem emocional, por discursos encantadores, seja por ostentação material. Não importam quais meios se utilizem, o objetivo final sempre será alcançar o que se quer, não se levando em conta quantas vidas possam se machucar nesse percurso. Manipuladores são egoístas natos, portanto, não estão nem aí para o que fica de fora do próprio umbigo.

E, uma vez que não se cansam, enquanto não atingem o que pretendem, os manipuladores lançam mão de quaisquer oportunidades que tiverem para satisfazerem o seu ego. Por isso é que, caso um manipulador não consiga sucesso junto ao alvo principal, ele não se furtará a enredar em sua trama doentia as pessoas que fazem parte do convívio daquele que não caiu em sua lábia.

Muitas vezes, o manipulador tentará denegrir a imagem da pessoa perante seus amigos e familiares, para que se compadeçam dele, para que tenham dó, como se ele fosse o coitado, uma vítima, um injustiçado, incompreendido. E, por incrível que pareça, conseguirá convencer a muitos, uma vez que costumam ser ótimos atores, a ponto de manterem a calma enquanto a verdadeira vítima perde as estribeiras. Quem está mais nervoso transmite menos segurança, assim, a calma do manipulador enganará muita gente.

Não poderemos acertar sempre, nem conhecer as pessoas ao nosso lado com propriedade, ou seja, vez ou outra, estaremos perto de quem se mostrará o oposto do que era de início, machucando-nos demais. Evitar gente falsa nunca será possível, portanto, cabe-nos ser o mais transparente e ético que pudermos, para que nossas verdades sejam sempre mais fortes do que qualquer mentira que tentarem lançar contra nós. A verdade sempre será nosso escudo mais eficaz contra os manipuladores de plantão.

(Por Marcel Camargo – Grande Arte)